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Mostrando postagens de julho, 2026

Crônica d’A Trajetória

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(escrito em 02.09.2016) Tudo começa no Ensino Médio, quando você finalmente cresce e precisa responder  sobre o que vai ser. Tantas dúvidas que três anos (dois anos e meio, na verdade) não são  suficientes, principalmente porque essa é a fase de nossas vidas em que tudo fica mais  divertido.   Então o vestibular começa a bater à porta com autofalantes anunciando a sua  chegada em grande estilo – e medo. Hora dos cursinhos para alguns e noites sem dormir  para todos. A essa altura, muitos já se decidiram ou se encontraram nos caminhos da vida.  As provas chegam, e as noites ficam ainda mais curtas, e só nos resta torcer pelos ônibus  rápidos, pelos sinais abertos e pelo destino não ter tão longe assim. Alguns passam de  primeira, outros não, e revisam sua vida, reafirmando ou não suas escolhas. Aos que  passam, um mundo novo os aguarda...  É o primeiro dia de aula e os alunos “calouros” se conhecem e se perguntam o que  est...

O que acontece quando o mundo finalmente silencia por cinco minutos?

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Espera no consultório médico. Minutos que sempre duram uma eternidade, principalmente depois de um dia inteiro (e cansativo) de trabalho. A TV da recepção passa coisas sem importância para uma tarde… E sem som, para piorar. Esqueça se distrair, já que as revistas, quando tem, também não são lá muito atrativas (ou novas, para começar). Ainda bem que o telefone sempre fica disponível para… Ah, descarregou. Verdade. Se não fosse pelo aviso do plano, essa consulta seria falta. Então, para quê carregar o aparelho no trabalho se o destino original era a própria casa? Esgotadas todas as opções, só resta uma: olhar para o nada. Só que o cérebro humano não costuma aceitar o nada sem inventar alguma coisa. Começa com olhar para as cores na parede (que é branca, mas às vezes tem umas listras… Ou algum detalhe em madeira), para a janela, para a bendita TV sem som... Depois a mente passa a lembrar de coisas do cotidiano, como os boletos e pendências do trabalho, por exemplo. Quem nunca se lembrou d...

A Geografia do Trabalho: Como adaptamos nosso espaço em tempos de mudança.

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Ou o que a organização da nossa mesa revela sobre nós Estou olhando para a minha mesa de trabalho e estudo. Ela não está como antes: o móvel, a cadeira, a iluminação, o ambiente, o local… Nada disso é o que estou acostumada a usar. Uma mudança repentina na minha situação habitual me obrigou a mudar o local da minha estadia. Foi que eu tive que testar a minha resiliência e aprender algumas novas lições sobre organização e caos. O Desafio da Adaptação Repentinamente, e por motivos que não cabem a este texto, tive que me mudar para um local em que não poderia usar toda a minha estrutura habitual, ou seja, precisava selecionar o que poderia levar comigo ou deixar temporariamente em minha antiga residência. Meu sistema de cadernos, meu notebook e o seu suporte, mouse, teclado, canetas, cabos de dados, um quadro branco para anotações, garrafinha e copo para água, ring light, fone de ouvido, carregadores, filtro de linha, HDs externos, luminária, livros que estão no topo da minha lista de lei...